quarta-feira, 21 de abril de 2010

Crônica da Watchtower


III

Guest Starring: Victor Stone ( Ciborgue).

Era noite. Chloe observava o brilho da lua refletindo na cidade. Pensava em como alguém poderia ter tantos inimigos? A resposta era enfrentar. Chloe sempre enfrentou tudo o que já lhe aconteceu. E sempre teve persistência para resolver um caso.
Atualmente o que lhe preocupava era Ed. O fato de estar sendo vigiada a assustava. Para isso ela roubara dados confidenciais de Tess, que aparentemente nem percebera. Através de pesquisas e mais pesquisa Chloe descobrira que Ed já foi membro do Belle Have e que por um pequeno período de tempo tinha sido secretário de Tess. Mas só isso não bastava. Até que foi visitar locais onde Ed freqüentava.
A rua estava quase que deserta. Poucas pessoas andavam por ali. Até que bem longe Chloe avistou um conhecido: Victor Stone, ou melhor, Ciborge.
- Ei! Gritou Chloe correndo atrás de Victor.
- Oi Chlo. - disse Victor dando-lhe um apertado abraço. - Pretendia fazer uma visita mesmo. E como andam as coisas depois daquele acidente?
- Boa, mas o fato de saber pouca coisa de Ed me intriga. Tenho pesquisado pelos arquivos de Tess, mas nada de grande eu achei. Precisava mesmo de ajudante.
- Isso seria uma indireta para mi? Pois sendo ou não, eu estou aqui para o que você precisar.
- Ótimo, pode começar como meu guarda costas.
- Tudo bem, estou a seu favor.
Depois de um minuto de silêncio constrangedor Victor puxou assunto:
- E Olliver como está?
- Bem, esta em Star City resolvendo assuntos.
- Olha que confiança, deixar ele sozinho vagando por aí.
- Eu confio nele. - disse Chloe dando-lhe um soco. - Aliás, e a Star Girl? Tem noticias dela?
- Só por ter elogiado sua beleza não quer dizer que me apaixonei por ela.
- Sei. Pode ser.
Então Chloe contou a Victor sobre seu “anjo picolé”.
- Pode ser um infectado, como pode ser um recruta de alguém.
- Não sei nem por onde procurar. Talvez você pudesse ir ao Planeta ver sobre ataques gelados. Pode fazer isso?
- Posso sim, depois te encontro na Torre.
Então se separaram. Chloe foi para a Torre. Ao chegar lá se deparou com uma visita inesperada. A rainha do coração de gelo, Tess Mercer.
- Ora, parece que a tecnologia não chegou a você. Já escutou algo sobre telefone? Perguntou Chloe ironicamente.
- Parece que minha presença a incomoda. Mas é rápido. Eu não quero você por aí roubando dados de meu computador e acessando minhas contas.
- Tenho uma solução para o problema: troca de senha.
- Ora, talvez esteja na hora de ver onde pisa.
- Você acha que me visitando pessoalmente é algo que me amedronte? Dá próxima vez mande um e-mail, fará o mesmo efeito e não perdera tempo.
- Quem brinca com fogo um dia se queima. Talvez seu dia esteja próximo.
- Eu não me importo. Já me queimei e tenho as cicatrizes por isso. Uma a mais não me incomoda.
Então Tess pegou sua arma e apontou para Chloe:
- Diga algo antes de morrer.
- Algo. Disse Chloe de deboche. Então nesse momento Victor entrara na sala. E ligeiramente pulou em cima de Tess fazendo com que disparasse ao alto. Chloe retirou sua faca de bronze e apontou para o pescoço de Tess.
- Aprenda a não vim sozinha aqui. Solte-a - disse Chloe para Ciborgue.- Mas antes tire a arma dela. Aliás, uma Senhorita não segura arma. Não é assim que gosta de ser chamada?
Ignorando a pergunta de Chloe, Tess olhou para Victor e disse:
- Até os mais famosos heróis caíram. Cuidado para não ser mais um.
E se retirou.
Então Ciborgue sentou se com Chloe para dizer o que descobriu pelo tour pelo PD.
- Parece que há dez anos atrás, uma garota de cinco anos havia congelado a loja da mãe. Ela se chamava Atena. E ainda é viva. Além do poder de gelo há ainda o de prever o futuro.
- Ótimo. Essa informação ajuda e muito. Precisamos saber a localização dela, consegui isso?
- Sim, ela vende toalhas numa rua perto daqui. Mas espere: o que é isso?- perguntou Ciborgue apontando para uma pequena caixa que estava na porta- Presente do namorado?
- Não,os presentes dele vem om cheiro de rosas e com o nome encima. É de outra pessoa. Então abriu a caixa e dentro havia uma peça de xadrez vermelha. E embaixo tinha um bilhete arrancado de uma folha de caderno comum que tinha um nome escrito: Ares.
- Ares? Que nomezinho hein? Disse Victor.
- Mas há um motivo. Ares, na mitologia grega era um deus. O deus da guerra.

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